quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Comerciante é condenado a cinco anos de prisão por tráfico de pessoas

A Justiça Federal de Sorocaba condenou nesta terça-feira (8) o comerciante Airton Oliveira Gomes, de Mauá, a cinco anos de prisão. Ele foi considerado culpado pelos crimes de tráfico de pessoas e estelionato.

Airton era acusado de cobrar para levar oito brasileiros - cinco mulheres, um casal e o filho de 2 anos - para a Inglaterra, com promessa de moradia, documentos oficiais, além de emprego registrado em carteira e com salários de US$ 2 mil. Ao chegarem ao país, as vítimas não receberam casa, tiveram de trabalhar de forma clandestina e acabaram deportadas.

O comerciante foi denunciado à Justiça em 2006 pelo Ministério Público Federal de Sorocaba, mas o caso já era conhecido ela procuradoria desde 2001. A demora na decisão se deve à dificuldade de encontrar e ouvir o acusado e as vítimas.

O juiz federal Marcos Alves Tavares determinou ainda a aplicação de multa e que o acusado pague os prejuízos das vítimas, que foi estimado em R$ 30,8 mil. O réu poderá recorrer da sentença em liberdade.


Palestra
De acordo com o processo, Airton atraiu suas oito vítimas em uma palestra dada em Itapetininga em 2000. No evento, ele disse contratar trabalhadores para empresas do Reino Unido, nas áreas de produção industrial, empresas de frutas, ração e verduras. Os interessados preencheram uma ficha cadastral e receberam instruções sobre como enganar a imigração britânica, já que chegariam ao país como turistas.

Já na Inglaterra, o grupo recebeu seus "documentos oficiais", cédulas de identidade falsas que os registravam como trabalhadores portugueses. Após dois meses e meio recebendo apenas R$ 500 por semana, os trabalhadores foram descobertos pelas autoridades britânicas, presos e deportados de volta ao Brasil.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Preconceito da imigração

O tema que voz trago aqui hoje, surgio a partir de uma palestra que eu estive presente que destacava a imigração no nosso pais, foram discursados os mais diversos temas, mas eu queria salientar aqui apenas o impacto negativo que os meios de comunicação causam na imagem dos imigrantes no nosso pais. Em Portugal as mais variadas notícias tenebrosas que nos fazem chegar até nós, quando o crime envolve imigrantes o mais provavél é que o titulo seja "Brasileiro matou...", "Romeno assaltou...", mas se for um Português eles (média) já não destacam a nacionalidade do criminoso não é verdade ? Bem, na minha opinião isso constrói uma ideia errada que os imigrantes são um género de câncer no nosso país. Todos sabemos que o nosso país beneficia bastante com a imigração, economicamente positivo para o estado, a diversidade de culturas que passa a existir, problemas com a taxa de natalidade são resolvidos... Deparo-me imensas vezes com ideias de que imigração é sinónimo de invasão e exturque mas quando um imigrante Nigeriano com o nome de Obikwelu, ou Nelson Évora Cabo-Verdiano se torna Português e bate recordes pela nossa pátria parece que evaporam todos estes preconceitos, enfim, é demais a hipocrisia. Este pequeno post vem com a intenção de preparar o leitor a perceber os preconceitos ou até mesmo as mensagens preliminares da informação que consumimos diáriamente. Para pessoas racistas ou conformadas que a imigração é um problema grave eu deixo aqui uma frase.
"Dar ouvidos à preconceitos é renunciar à liberdade." (Frei Anselmo)

Mudança do clima pode provocar migração inédita na Ásia

Os governos da região da Ásia-Pacífico correm o risco de ver um número sem precedentes de pessoas se deslocado por enchentes, tempestades e outros impactos da mudança climática, afirmou o Banco de Desenvolvimento Asiático (BDA) num relatório na segunda-feira (7).

O banco e os climatologistas afirmaram que a região, que abriga 4 bilhões de pessoas, estará entre as mais afetadas pelos impactos da mudança climática, que levará a uma importante migração tanto dentro dos países, como entre as nações, sobrecarregando os recursos.

O relatório preliminar “Migração em razão da mudança climática exige atenção” também afirmou que nenhum mecanismo internacional foi criado para controlar os milhões de pessoas em movimento.

“Os esquemas de proteção e assistência permanecem inadequados, mal coordenados e escassos. Os governos nacionais e a comunidade internacional precisam tratar dessa questão urgentemente de maneira proativa”, disse o documento.

Não fazer isso poderia resultar em desastres humanitários, concluiu o relatório.

O relatório feito para as autoridades examinou as ameaças climáticas e a natureza complexa das migrações, para o qual a mudança climática é apenas um de diversos gatilhos, que incluem ainda um número cada vez maior de pessoas que buscam emprego nas cidades.

O documento apontou os impactos, tais como temperaturas mais elevadas, mudança nos padrões de chuva, maior variabilidade das monções, elevação do nível dos oceanos, enchentes e ciclones tropicais mais intensos.

As inundações do ano passado no Paquistão provocaram o deslocamento temporário ou permanente de milhões de pessoas. O Sri Lanka passa agora pela segunda onda de enchentes no país em menos de um mês, que ameaça até 90 por cento da produção de arroz. Mais de 250 mil pessoas buscam refúgio em abrigos temporários.

“O Pacífico é especialmente vulnerável por causa de seu alto grau de exposição a riscos ambientais e da alta densidade populacional. Como resultado, ele poderá passar por deslocamentos de populações em uma escala sem precedentes nas próximas décadas”, disse o relatório do BDA.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Chefe do ACNUR fala para Corte Europeia de Direitos Humanos

O Alto Comissário da ONU para Refugiados António Guterres alertou que a agenda europeia de direitos humanos está sob crescente pressão devido à crise econômica global e à onda de xenofobia.

Guterres, falando em Strasbourg, ressaltou que a orientação era necessária à Corte Europeia de Direitos Humanos para atender às “lacunas de proteção relativas às pessoas de preocupação do meu escritório”. Ele acrescentou que a Corte se manteve “acima dos caprichos da opinião pública”.

As observações do Alto Comissário vieram na abertura do ano judicial da Corte Europeia de Direitos Humanos, que é o corpo judicial internacional mais movimentado do mundo. Grande parte dos casos que preenchem a agenda da Corte é referente a questões de refúgio.

O envolvimento extenso da Corte em casos de refúgio ressalta o inquietante fato de que muitos solicitantes de refúgio, refugiados e outros deslocados à força consideram que seus direitos não estão sendo adequadamente respeitados, disse Guterres.

Ele se referiu às lacunas de proteção de refugiados no emergente Sistema Comum Europeu de Refúgio e apontou o papel crucial da Corte em resolvê-las. O ACNUR acompanha a evolução da jurisprudência com grande interesse e está disponível para fornecer informações baseadas na experiencia de campo da organização, disse ele.

As preocupações do ACNUR incluem a insuficiente proteção das pessoas fugindo de conflito; as tentativas de alguns países de desviar suas obrigações de proteção para outros países; e a detenção de solicitantes de refúgio nas fronteiras como forma de evitar sua entrada.

Guterres disse que o recente julgamento de refúgio pela Corte Europeia de Direitos Humanos em M.S.S. vs Bélgica e Grécia, é uma “forte lembrança do quanto ainda precisa ser feito para estabelecer um real sistema comum de refúgio europeu, que respeite plenamente os direitos humanos”.

Entre os interlocutores que anteriormente falaram na abertura do ano judicial da Corte, em Estrasburgo, estão o Alto Comissário da ONU para Direitos Humanos e o Presidente da Corte Internacional de Justiça. Guterres aproveitou a oportunidade de sua aparição para agradecer à Corte Europeia de Direitos Humanos por seu contínuo engajamento.

ASAMBLEA MUNDIAL DE MIGRANTES TERMINA PARA VOLVER A EMPEZAR.




Lucía Alvites y Ricardo Jimenez

Con cánticos profundos, sentidos y hermosos, al límite entre la tristeza y la euforia, en sonique y guaruf, dos de los varios idiomas locales, y con febriles ritmos de tambores, el más hondo de los idiomas africanos, donde se mezclaron coros europeos, consignas latinoamericanas y expresiones coloridas de pueblos de diversas partes del planeta, así cerró el encuentro mundial de migrantes en la isla de Goreé. Unidos por el mismo dolor que provoca una gobernanza migratoria mundial cada vez más inadecuada para el siglo XXI, provocando crímenes innecesarios contra la humanidad; pero sobre todo, por una misma esperanza, resistencia y propuesta, los y las migrantes del mundo, celebraron así la redacción final de la Carta Mundial de Migrantes, refrendada íntegramente en Asamblea durante tres días.
Es la culminación de un largo camino desde 2006 en Marsella, que hermanó en el debate protagónico a migrantes de los cinco continentes. Y es también el inicio de otro lleno de desafíos hacia una amplia alianza mundial de migrantes que con su lucha haga realidad los principios de la Carta: la libre circulación, residencia y trabajo de todos los seres humanos en cualquier lugar del planeta; la plena igualdad de derechos civiles, políticos, económicos, sociales y culturales; el reconocimiento de todas las identidades y culturas, su diálogo horizontal y su mutuo enriquecimiento.
En Goreé, el mismo lugar donde la cultura capitalista occidental moderna deshumanizó con el horror de la esclavitud a millones de hombres, mujeres y niños, los y las migrantes manifestaron al mundo la necesidad histórica de abolir la actual gobernanza migratoria, nuevo crimen de esa misma cultura hoy en crisis pero todavía dolorosamente operante. Y su voluntad inquebrantable de construir un nuevo mundo, urgentemente necesario, deseable, y perfectamente posible, donde la migración ya no será más un naufragio evitable de la felicidad y dignidad humanas, sino una opción libre de crecimiento y felicidad. Por eso, la Asamblea mundial de migrantes termina, pero para volver a empezar.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Outro mundo possível: Fórum Social Mundial 2011 começa no hoje em Dacar

Depois de quatro anos, o Fórum Social Mundial (FSM) volta ao continente africano. Desta vez, a capital senegalesa, Dacar, terá a oportunidade de sediar o evento que reunirá organizações e movimentos sociais de 123 países. A abertura oficial acontecerá hoje domingo (6) com uma marcha que sairá da Radio Television Senegalaise (RTS) rumo a Universidade Cheikh Anta Diop, local onde ocorrerão as ações do Fórum.
Quase mil atividades autogestionadas estão programadas para acontecer até o dia 11. Duas delas convocadas pela Agência Latino-Americana de Informação (Alai) para o dia 8 de fevereiro: "A política como desafio: movimentos para os novos paradigmas de mudança”, que ocorrerá de 16h as 19h; e "A informação alternativa a serviço das mobilizações políticas e sociais”, a qual será divida em três mesas de debate, de 9h as 19h.
Como todos os anos, além das atividades autogestionadas; assembleias e celebrações também farão parte dos seis dias de programação do FSM. Destaque para o segundo dia de Fórum, dedicado ao continente anfitrião, com o Dia da África e da Diáspora. A ideia é que as resistências e as lutas dos povos do continente africano sirvam de exemplo para as demais populações do mundo.
De acordo com a organização do evento, três questões nortearão as discussões do FSM 2011: a situação mundial e a crise; a situação dos movimentos sociais pela cidadania; e o processo dos fóruns sociais mundiais. A primeira diz respeito a quatro dimensões da crise do capitalismo: a social, a geopolítica, a ecológica e a ideológica. Na ocasião, também haverá espaço para aprofundar o debate sobre a crise de civilização, apresentada durante o FSM 2009, em Belém, no Pará.
Já nos debates sobre a situação dos movimentos sociais, o foco será as lutas pela cidadania e pelo acesso aos direitos. Dentro dessa perspectiva, dois pontos serão enfatizados: os direitos ambientais na preservação do planeta; e os direitos de migrantes que ultrapassam as fronteiras, com destaque também para as diásporas.
A terceira questão, que trata sobre os fóruns sociais mundiais, apontará a importância do Fórum como lugar estratégico de encontro de movimentos e organizações de todo o mundo. Além disso, ressaltará o valor e a força dos fóruns sociais descentralizados na construção dos FSMs e de grandes mobilizações

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Facilitarán regularización de trabajadores inmigrantes

El gobierno uruguayo pretende facilitar el acceso al trabajo para los inmigrantes. Por ese motivo el Ministerio de Trabajo distribuirá en los puntos de ingreso al país una cartilla que se comenzó a elaborar en el período anterior entre los gobiernos de los países del Mercosur.

El documento denominado Cómo trabajar en los países del Mercosur tiene como objetivo informar a los inmigrantes los detalles de cómo regularizar su residencia y su permiso de trabajo, así como sus derechos y deberes.Por otra parte la cartera trabaja en la repatriación de uruguayos radicados en España, sobre todo vinculados al área de la construcción.

Britânicos temem a imigração

Os Britânicos estão mais receosos com a imigração do que outras nações, de acordo com uma pesquisa com pessoas nos EUA, Canadá e Europa ocidental.
Quase um em cada quatro britânicos (23%) disse que a imigração foi o tema mais importante que acomete o país, de acordo com a pesquisa da Transatlantic Trends.
Os outros países, incluindo os EUA (9%), Canadá (5%), França (8%), Alemanha (9%), Itália (10%), Holanda (4%) e Espanha (3%), pareciam estar muito menos preocupados.
E de sete entre 10 (70%) disseram que o governo estava fazendo um péssimo trabalho na gestão da imigração.
Um total de 47% acreditavam que os imigrantes legais eram um fardo para os serviços sociais como escolas e hospitais, e 33% disseram que imigrantes legais aumentam o número de crimes.
Cerca de um em cada quatro (22%) disse que apenas os cidadãos britânicos deveriam ter acesso às escolas do Reino Unido e 25% disseram que só os cidadãos britânicos deveriam ter acesso aos programas de saúde.
No entanto, a pesquisa também mostrou que 77% das pessoas concordaram que os imigrantes legais trabalharam pesado, e 43% disseram que eles estavam bem ou muito bem integrandos na sociedade – um número maior do que em diversas outras nações.
O Governo diz que está empenhado em reduzir a rede de migração de centenas de milhares para dezenas de milhares de pessoas durante a vigência do Parlamento. O levantamento, encomendado pelo Fundo Alemão Marshall dos Estados Unidos e outras organizações, percebeu que pelo menos mil pessoas de cada país responderam a pesquisa em agosto, setembro e novembro do ano passado.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Empleadas domésticas en Medio Oriente

En este artículo publicado por la agencia de noticias IPS, se analiza la cruda realidad que viven las mujeres que trabajan en empleo doméstico en los países de Oriente Medio, entre ellas, las migrantes.

Las empleadas domésticas que padecen abusos laborales, físicos y sexuales en buena parte de Medio Oriente no tienen herramientas para impedirlos o defenderse legalmente de ellos.
La revelación de casos de muchachas jóvenes quemadas con planchas calientes y cortadas con tijeras, o incluso con una veintena de clavos en sus cuerpos, representa apenas el aspecto más visible de las muchas dificultades que enfrenta este sector, predominantemente femenino, según activistas.

Sin embargo, es menos obvio el intrincado contexto social y legal que permite esas prácticas. Priyanka Motaparthy, investigadora de Human Rights Watch, reconoció que esta clase de historias parecen tener mayor prevalencia en los países de Medio Oriente. “Hay un porcentaje significativamente más alto de trabajadoras domésticas migrantes en esa parte del mundo que en otras”, explicó a IPS.

La mayoría de las ellas proceden de países de Asia meridional como Sri Lanka e Indonesia. Además de padecer abusos físicos y sexuales, es común que se les nieguen incluso derechos humanos y laborales básicos.

Trabajar unas 100 horas semanales sin que se les pague extra, recibir pocos o ningún día de descanso, y la falta de un salario, o uno completo, son apenas algunos ejemplos de la explotación que pueden experimentar, según el informe Gender and Migration in Arab States (Género y migraciones en los estados árabes), presentado en 2004 por la Organización Internacional del Trabajo (OIT).

En una reciente conferencia en la sede de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), Nisha Varia, de Human Rights Watch, dijo que aunque no todas las trabajadoras domésticas son explotadas “no debería ser una cuestión de suerte que una tenga un empleador justo”.

Cuando las trabajadoras son “desafortunadas”, pueden quedar atrapadas por varios motivos. “Es responsabilidad del gobierno anfitrión proteger los derechos de las trabajadoras”, dijo Motaparthy a IPS.

Pero, “en su mayoría, los gobiernos de Medio Oriente no tienen leyes laborales que protejan a las trabajadoras domésticas”, agregó. Jordania es la única excepción. “Es muy fácil incluir a las trabajadoras domésticas en las leyes laborales”, dijo Motaparthy. Pero los gobiernos se resisten, argumentando que “estas trabajadoras requieren diferentes normas porque están en una casa privada”, señaló.

El hecho de que las empleadas domésticas a menudo vivan en las casas de sus empleadores complica las cosas.
Patrick Taran, experto en migraciones de la OIT, dijo que la situación de esas trabajadoras está oculta del reconocimiento como empleo legítimo que merece las mismas condiciones que las otras ocupaciones.

Sin que ni empleadores ni gobiernos de países anfitriones velen por su bienestar, las trabajadoras domésticas son muy presionadas para garantizar que respeten sus derechos humanos y laborales básicos.

Sus propios gobiernos son relativamente impotentes a la hora de ayudar, dado que no pueden interferir con las prácticas laborales de las demás naciones. Por otro lado, es posible que las trabajadoras domésticas no sean conscientes de los derechos que les corresponden. Las agencias que las conectan con los empleadores no las informan. Sin conocimiento ni acceso a un sistema legal que las pueda ayudar, estas mujeres que viven situaciones abusivas tienen muy pocas opciones para buscar auxilio.

El informe de la OIT de 2004 ofrece algunas estadísticas sobre las condiciones de vida de estas empleadas en Líbano, Kuwait, Bahrein y Emiratos Árabes Unidos. Según ese estudio, trabajaban entre 101 y 108 horas a la semana, a cambio de una paga de entre 100 y 300 dólares mensuales en Líbano y de entre 150 y 200 en Emiratos. Ninguna cobraba horas extra, y todas tenían una limitada libertad de movimiento.

Pese a este sombrío panorama, Arabia Saudita también ha desarrollado una línea de emergencias por mensajes de texto que las trabajadoras domésticas pueden usar si logran acceder a un teléfono. “Éste es un tema del que están muy al tanto”, dijo Motaparthy a IPS, refiriéndose a los gobiernos de los países de Medio Oriente.

“Hemos discutido este asunto con gobiernos de toda la región, y hemos tenido algunas respuestas muy positivas”, agregó.

La OIT planea adoptar en junio de 2011 una convención internacional sobre las trabajadoras domésticas. Se espera que los países la ratifiquen y finalmente asuman el proceso de brindarles la protección legal que les corresponde.

Ocidentais consideram imigrantes um problema

Estudo mostra que europeus e norte-americanos acusam os estrangeiros de agravarem a crise

A maioria dos europeus e norte-americanos considera que a imigração representa um problema e não um benefício, revela um estudo publicado esta quinta-feira em diversas fundações dos dois lados do Atlântico, citado pela Lusa.

O estudo mostra também que as pessoas acusam os imigrantes de serem responsáveis pelo agravamento da sua situação pessoal nos últimos dois anos devido à actual crise económica.

Mais de metade dos ingleses (65 por cento) considera que a imigração é um problema, uma opinião partilhada por 53 por cento de espanhóis, 52 por cento de norte-americanos, 42 por cento de franceses e 39 por cento de alemães e holandeses.

Por outro lado, apenas um em cada quatro canadianos tem a mesma opinião, de acordo com um levantamento realizado em 2010 em oito países.

A maioria dos americanos (63 por cento), cuja situação se agravou em 2010, acredita que os imigrantes são responsáveis por esse agravamento.

Uma percentagem ainda maior de norte-americanos (73 por cento), assim como de espanhóis e ingleses, acredita que os governos estão a gerir mal a questão da imigração.

«No geral, a maioria das pessoas dos países onde se desenvolveu o estudo acredita que os imigrantes beneficiam mais da saúde pública e dos serviços sociais sem contribuírem com impostos», refere a investigação.

Norte-americanos e alemães estão divididos sobre a legalização de imigrantes em situação irregular, embora a maioria dos ingleses, italianos e espanhóis seja contra.

A investigação foi desenvolvida através do levantamento de dados, por telefone, a mil adultos em cada um dos oito países, entre Agosto e Novembro de 2010.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

É crime ser brasileiro?

Hoje de manhã, recebi uma notícia que me deixou um tanto... revoltada! Estava lendo as atualizações dos meus amigos blogueiros quando vi o texto da Cris, autora do Notícias da Bota, sobre mais um caso de deportação de brasileiros na Espanha.


Há dois anos, uma estudante de Física da Universidade de São Paulo (USP) foi deportada em Madrid. Seu destino era Lisboa, onde iria participar de um congresso e apresentar seu projeto acadêmico. Ela conta que ficou presa com outras pessoas, entre elas outras brasileiras (uma inclusive era a mãe de uma jovem brasileira que morava legalmente na Espanha), em uma sala apertada e incômoda, sem poder recorrer a um telefonema sequer. Também diz que a Embaixada do Brasil nada fez para resolver a situação. O motivo da deportação? Ela não ter a reserva do hotel em Portugal imprimida, já que tudo fora feito online.


À época houve outros casos, também na Espanha e em menor caso Portugal, de deportação de brasileiros (brasileiras sobretudo) e eu me lembro de ter ficado muito revoltada e com medo, já que estava de partida para o Brasil via Portugal e tinha medo de que me acontecesse a mesma coisa na volta à Itália.


Mas minha grande indignação é pelo fato de termos um passaporte brasileiro e isso implicar uma série de restrições, como se representássemos um perigo de ordem social e política para a Europa. Não precisamos de visto para entrar aqui, mas em contrapartida temos que apresentar um rol de documentos e provar por A+B que somos honestos e não vamos viver na clandestinidade depois de varcar as fronteiras europeias.


Aqui na Itália nunca passei por constrangimentos. Em Amsterdã, os passaportes extra-comunitários são detidos em uma sala para a verificação, mesmo tendo visto. A primeira vez que passei pela Holanda, gelei quando levaram meu passaporte para aquela salinha. Depois de ter abordado alguns agentes policiais da alfândega, finalmente tive a explicação. Depois disso, ainda fomos revistados pelos agentes. Em Portugal não tenho do que reclamar, fui sempre bem recebida, mas algumas amigas brasileiras que estavam vindo para a Itália me disseram que foram "entrevistadas" em uma sala da polícia por quase meia hora com perguntas clássicas como "o que vai fazer na Itália?", "quanto tempo vai ficar?" etc., além da obrigatoriedade em apresentar os documentos que conformem uma estadia legal na Europa.


Será que um dia poderemos apresentar o nosso passaporte brasileiro na Europa e nos EUA sem medo e sem constrangimentos? Será que seremos tratados com respeito como outros turistas por termos cidadania brasileira? As notícias que se referem a deportação de brasileiros me deixam profundamente abatida e revoltada por ter saído do meu país, encontrando hostilidade e xenofobia da parte de um povo que sempre admiramos e que até partilhamos do mesmo sangue.

O fenômeno da migração oferece sempre novos desafios

O fenômeno da migração oferece sempre novos desafios

A demanda por “uma legislação que promove a integração dos imigrantes, que possa promover o desenvolvimento profissional e permitir um alojamento decente, de modo que toda a família possa viver” foi apresentada pelo Arcebispo de Valência (Espanha), Dom Carlos Osoro, em sua “Carta a um imigrante para meditar juntos”, como parte do ciclo de cartas que ele escreve semanalmente para as diferentes categorias de pessoas. Na carta publicada para comemorar o “Dia da Migração”, na Arquidiocese de Valência, o arcebispo lembrou que “a situação de ser um estrangeiro torna mais difícil todas as exigências sociais”, e além disso, é preciso “superar as atitudes nacionalistas por parte de todos”, e solicita “para combater todas as manifestações de racismo e xenofobia”. Segundo Dom Osoro, “somente um genuíno amor evangélico será forte o suficiente para passar da tolerância ao verdadeiro respeito pelas diferenças”, como “somente a graça salvadora de Jesus Cristo pode nos ajudar a superar este desafio a cada dia para transformar o egoísmo em generosidade , o medo em aceitação e a rejeição em solidariedade”. O fenômeno da emigração “coloca novos desafios”e, no caso dos cristãos, “deveria nos tornar mais sensíveis e lembrar que o Senhor era um imigrante”, escreve o Arcebispo. A nota enviada à Agência Fides pela Arquidiocese de Valência afirma que é preciso lembrar que entre os imigrantes “são os mais vulneráveis”, isto é uma referência aos “imigrantes clandestinos, aos refugiados, aos que pedem asilo, aos deslocados devido aos conflitos em andamento em muitas partes da do mundo e às vítimas do terrível crime do tráfico de seres humanos”.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Estados Unidos: Preparan la sexta Marcha Migrante

Por sexto año consecutivo, la organización rescatista, Angeles de la Frontera, llevará a cabo la tradicional Marcha Migrante, cuya intención será recordar las muertes de inmigrantes en esta frontera, además de crear consciencia sobre la necesidad de cambios en la política migratoria.

La movilización que espera decenas de personas de ambos lados de la frontera comenzará este miércoles 2 de febrero a mediodía en Playas de Tijuana, donde se espera una ceremonia de inauguración, para luego una caminata a la costa para recordar aquellos que han muerto intentando cruzar por el mar.

Posteriormente, los marchantes continuarán por el lado mexicano, hasta llegar el día jueves a la Casa del Migrante en Tecate.

Para el viernes, el grupo encabezará una vigilia en el Cementerio Holtville, donde se realizará una ceremonia especial para recordar la muerte de Anastasio Hernández, los 72 inmigrantes asesinados en Tamaulipas y muchos otros que han perecido en su intento por llegar a los Estados Unidos.

Jovens americanos querem mostrar ascendências e assumir raças

Nova safra de estudantes universitários fazem questão de dizer que são herdeiros de mais de uma etnia

Em outro tempo ou lugar, a brincadeira "O que você é?", que foi jogada em uma noite do outono passado na Universidade de Maryland poderia ter sido maldosa, ou ameaçadora: para responder à pergunta, os colegas de Laura Wood analisavam suas feições em um esforço para adivinhar sua raça.

"Quantas misturas você tem?" perguntou um dos cerca de 50 jovens presentes. Com sua pele bronzeada e cabelos castanhos encaracolados, a ascendência de Wood poderia ser de qualquer lugar do mundo. "Eu sou a mistura de duas raças", disse ela educadamente.

Mudança

A nova safra de estudantes universitários inclui o maior grupo de mestiços a chegar à idade adulta nos Estados Unidos, e eles são a vanguarda: o país está no meio de uma mudança demográfica impulsionada pela imigração e pelos casamentos.

Um em cada sete novos casamentos acontece entre cônjuges de diferentes raças ou etnias, de acordo com dados de 2008 e 2009, que foram analisados pelo Centro de Pesquisas Pew. Americanos multirraciais e multiétnicos (geralmente agrupados como "raça mista") são um dos grupos demográficos que mais crescem no país. E os especialistas esperam que os resultados raciais do Censo de 2010, que começarão a ser divulgados no próximo mês, mostrem continuidade ou aceleração dessa tendência.

Muitos jovens adultos de origens diversas estão rejeitando as definições de cor que marcaram os americanos por muitas gerações em favor de um sentido muito mais fluido de identidade. Pergunte a Michelle Lopez-Mullins, uma caloura de 20 anos e presidente da Associação de Estudantes Multirraciais e Biraciais, como ela seleciona sua raça em formulários como o censo, e ela diz: "Depende do dia, e depende das opções".

Eles também estão usando a força do seu número crescente para afirmar as raízes que já foram retratadas como trágicas ou miseráveis. "Eu acho que é muito importante reconhecer quem você é e tudo o que faz de você o quê é", disse Wood, 19 anos, vice-presidente do grupo. "Se alguém tenta me chamar de negra eu digo sim - e branca também. As pessoas têm o direito de não reconhecer tudo, mas elas o fazem porque a sociedade diz que não podem".

Como nós éramos

Os americanos pensam em si mesmos em termos de uma raça singular. Veja a resposta do presidente Barack Obama para a questão racial no censo de 2010: apesar de sua mãe ser branca e seu pai negro, Obama marcou apenas uma opção no questionário, negro, embora pudesse ter optado por ambas.

Alguma proporção da população do país tem sido mestiça desde que os primeiros colonos brancos tiveram filhos com os nativos americanos. O que mudou é como os americanos de raça mista são definidos e contados.

Há muito tempo atrás, o país via-se em tons mais variados do que apenas preto e branco: o censo de 1890 incluía categorias de misturas raciais, como "quadroon" (um quarto negro) e "octoroon" (um oitavo negro). Com exceção de um levantamento entre 1850 e 1920, o censo incluía uma categoria mulata, que era para as pessoas que tinham qualquer traço de sangue africano.

Mas, no censo de 1930, os termos para as pessoas de raça mista haviam desaparecido, substituídos pela regra de uma gota, uma convenção de antes da guerra que considerava que qualquer pessoa com um traço de ascendência africana era apenas negra. (Da mesma forma, as pessoas que eram "brancas e índias" eram, em geral, consideradas indígenas.)

Começando com o censo de 2000, os americanos foram autorizados a optar por mais de uma raça. A opção multirracial veio depois de anos de reclamações e pressão, principalmente das mães brancas de crianças birraciais que se opunham aos seus filhos serem obrigados a optar por apenas uma raça. Em 2000, 7 milhões de pessoas – cerca de 2,4% da população – foram relatadas como raça mista.

De acordo com estimativas do Bureau do Censo, a população mestiça cresceu cerca de 35% desde 2000. E os pesquisadores acreditam que o recenseamento e outros levantamentos subestimam a população mista.

As estatísticas de 2010 sobre a população mestiça será divulgada, Estado por Estado, durante o primeiro semestre do ano. “Pode haver algumas grandes surpresas”, disse Jeffrey S. Passel, demógrafo sênior do Centro Hispânico Pew, o que significa que o número de americanos de raça mista pode ser alto. "Além de haver menos estigma de pertencer a esses grupos, há um certo tom positivo".

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

A pesquisadora que foi expulsa da Espanha

Do Brasília-Maranhão

Brasília(DF), 30/01/2011
Querid@s amig@s e companheir@s

Acho que muitos de vocês sabiam que eu estava saindo de férias junto com minha amiga Gracinha para a Espanha. Pois bem, planejamos tudo, compramos passagem, reservamos hotel e tudo mais. Porém, fomos em vôos separados. Depois de 15 horas de viagem EU fui INJUSTAMENTE DEPORTADA pela imigração da Espanha! Fiquei 15 horas PRESA numa sala da polícia federal sendo tratada como criminosa! Sem direito à telefonema, sem nenhuma informação sobre os motivos pelo qual estava detida e somente depois de 7 horas tive contato com um advogado e uma tradutora. Fui revistada fisicamente e revistaram e retiveram minha bolsa e minha bagagem de mão, tudo isso antes de ter um advogado.
Eles arbitrariamente decidiram que eu não entraria naquele país e fizeram de tudo para arranjar algo para me deportar. Eu tinha todos os documentos que comprovavam que eu tinha dinheiro de sobra para a quantidade de dias que iria ficar, tinha carta do Ministério da Cultura que comprovava que eu trabalho para um projeto do governo brasileiro, seguro viagem pago, reserva de hotel no nome da Gracinha (iríamos dividir um quarto, por isso constava só o nome dela), passagem de volta e até a escritura da minha casa própria em Florianópolis!
Primeiramente eles alegaram que meu cartão Travelmoney do Banco do Brasil não tinha valor nenhum pra eles porque não constava meu nome (o Banco do Brasil não imprime nome neste cartão, é política do banco). Só que eu tinha todos os extratos assinados pelo Banco do Brasil que comprovavam a compra de euros!!!! Mesmo assim eles disseram que não valia e me prenderam na sala. A assistente social da Polícia Federal só fazia era VENDER cartão telefônico para aqueles que quisessem ligar dos telefones públicos que havia nesta sala fechada. Então comprei ironicamente cartões da própria Polícia e liguei imediatamente pra Embaixada brasileira e pro Consulado do Brasil na Espanha.
Eles foram ótimos! Mas disseram que infelizmente pouco poderiam fazer porque a Polícia é arbritária mesmo e até eles ficam de mãos atadas. Tudo que podiam fazer eles fizeram, que foi enviar um fax reiterando que eu tinha dinheiro, dizendo que meu cartão era válido e cobrando informações. Pois bem, depois de mais não sei quantas horas presa, eles admitiram que meu cartão era válido. Como não tinham mais argumento, cavocaram algum.
Como a reserva do quarto duplo foi feita no nome da Gracinha, porque no site do hotel na internet pedia somente um nome, eles alegaram que eu não tinha reserva de hotel!!! A Polícia Federal mentiu na minha cara que haviam telefonado para o hotel e que o hotel havia dito que não havia nenhuma reserva no nome de Graça!!! Neste momento o advogado da própria Polícia que estava ali para me defender argumentou com a Polícia que havia reserva e telefonou do seu celular no viva voz novamente para o Hotel que confirmou que Graça já estava inclusive hospedada!!! Sabem o que a Polícia disse diante deste telefonema em viva voz????? Disse que não valia nada para eles aquele telefonema, que eles já haviam telefonado e decidido pela minha deportação!!!!
Ou seja, eles realmente queriam arbitrariamente me deportar e ponto final!!! Disseram que eu seria deportada no vôo da meia noite e vinte e me prenderam novamente na sala. E para completar o absurdo fui levada para o avião escoltada como criminosa em carro blindado de polícia até dentro do avião. Meu passaporte foi entregue à tripulação e havia uma funcionária do aeroporto no Brasil me esperando com ele na mão para me escoltar até a imigração brasileira!!!!
Somente depois de passar na imigração brasileira tive meu passaporte devolvido! Mas não acabou….pois CARIMBARAM meu passaporte com um signo que provavelmente deve ser o de deportada, sendo que eu nem entrei no país!!! E para finalizar, é claro, que eles extraviaram a minha bagagem! Pois a Polícia não despachou minha mala!!!
Eles são arbitrários e preconceituosos mesmo! Não tem outra explicação e o próprio consulado disse isso pra mim! Havia cerca de 10 pessoas presas nesta situação e todas elas eram latinas e/ou negros da África!!! Ou seja, é XENOFOBIA PURA!!!! Mas XENOFOBIA CONTRA LATINOS E NEGROS!!!! PURO PRECONCEITO!!!
Bem gente, é uma novela né….mas a novela só tá começando….porque eles escolheram a pessoa errada para isso!!! Vou recorrer ao Itamaraty, vou fazer uma queixa oficial na Embaixada da Espanha no Brasil, vou à Secretaria de Política para Mulheres e Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, vou a todos os órgãos que puder para lutar contra esta arbitrariedade!!! Preciso de contatos da mídia para divulgar essa situação absurda!!!
Quero pedir a todos vocês que divulguem em todas as suas redes sociais e que façamos uma campanha CONTRA O TRATAMENTO QUE A ESPANHA DÁ AOS ESTRAGEIROS LATINOS E NEGROS!!!
Obrigada pelo apoio de tod@s
Grande Abraço
Denise Severo
Coordenadora Pedagógica do Projeto Vidas Paralelas
Pesquisadora Associada do Núcleo de Estudos em Saúde Pública da UnB

Países andinos implementarán normas comunitarias en materia migratoria

La tarjeta andina de migración y las zonas de integración fronteriza, forman parte de un paquete de medidas comunitarias en materia migratoria en la subregión andina que se difundirán para garantizar su implementación, según anunció el Secretario General a.i. de la Comunidad Andina, Adalid Contreras Baspineiro.
Dijo que los países de la comunidad andina también han adoptado acuerdos para garantizar y proteger la migración laboral y, asimismo, para poner en práctica una serie de mecanismos de cooperación en materia de asistencia y protección consular.
Contreras Baspineiro, explicó que tales acuerdos no han sido adecuadamente difundidos, por lo que se emprenderá un esfuerzo conjunto entre la Secretaría General de la Comunidad Andina y la Organización Internacional para las Migraciones (OIM) a fin de garantizar su puesta en vigencia.

Como un primer paso hacia este objetivo, se presentó el “Proyecto Subregional sobre Fortalecimiento de la Integración Andina través de la implementación de las normas comunitarias en materia de migraciones”, que será desarrollado por la OIM, a través del Fondo 1035, y la Secretaría General de la CAN, en coordinación con las misiones diplomáticas y autoridades migratorias de Bolivia, Colombia, Ecuador y Perú.

El proyecto fue presentado durante la Reunión Subregional sobre Migraciones, Derechos Humanos y Normativa Comunitaria en el Proceso de Integración, que tuvo lugar en Lima con la participación de dos delegados de cada país andino.

El Secretario General a.i. de la Comunidad Andina, Adalid Contreras Baspineiro, aseguró que gracias a la feliz coincidencia de voluntades y de políticas institucionales con la Organización Internacional para las Migraciones (OIM), va a ser posible operativizar y llevar a la práctica esas normas comunitarias, difundirlas en diversas instituciones públicas y privadas y contribuir a que los ciudadanos andinos las conozcan y se beneficien de ellas. “Esperamos que esto pueda ser posible antes de fin de año”, puntualizó.

Por su parte, la Representante Regional de la OIM para los Países de la CAN, Renate Held, destacó la importancia de esta reunión regional como punto de partida de un proyecto destinado a fortalecer la integración y a generar espacios de diálogo en materia migratoria.

Recordó que desde la firma del acuerdo de complementación en 1992, la OIM ha acompañado a la CAN en el desarrollo de diversas actividades, como en la promoción de la Decisión 545 sobre Instrumento Andino de Migración Laboral, y subrayó que la idea con este proyecto es continuar brindando ese apoyo.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Políticas migratorias serán el eje del Año Andino de la Integración Social

Con el compromiso de implementar los Instrumentos Andinos de Migración Laboral y de Seguridad Social, los países de la Comunidad Andina y las instituciones del Sistema Andino de Integración (SAI) iniciaron en Lima, el trabajo de coordinación de las acciones conjuntas que desarrollarán a nivel subregional en el 2011, declarado como el Año Andino de la Integración Social.
Esta primera reunión de coordinación fue inaugurada, conjuntamente con la XV Reunión de Viceministros de Trabajo, durante una ceremonia presidida por el Secretario General de la Comunidad Andina, Adalid Contreras Baspineiro y el Viceministro de Trabajo de Bolivia, Félix Rojas Gutiérrez, cuyo país ostenta la Presidencia Pro Tempore de la CAN.

Adalid Contreras Bapineiro subrayó la necesidad de que en este Año Andino de Integración Social se consoliden los importantes avances logrados por los países andinos en el ámbito social, entre los cuales destacan, según datos de la CEPAL, la reducción de los índices de pobreza de 44% en el 2002 a 32% en 2010, y del grado de insatisfacción en relación a las necesidades básicas. “En Bolivia, por ejemplo, pasó de 53% en 2003 a 32% en 2010”, refirió.

Indicó que la inversión social en los países andinos que antes del 2007 estaba por debajo de la media latinoamericana, hoy está por encima de ella. Destacó, además, que la inversión social no sólo está dependiendo del “chorreo” económico sino de políticas dirigidas específicamente al ámbito social, lo que implica todo un cambio de paradigma.

Manifestó que todo esto plantea la necesidad de mostrar esos avances y, al mismo tiempo, diseñar políticas comunes de impacto aún mayor. “En el Año andino de Integración Social debemos permitirnos poner de relieve esos avances y consolidarlos y fortalecerlos y emprender otras acciones de dimensión subregional por el Vivir Bien”, recalcó.

Por su parte Félix Rojas Gutiérrez, consideró importante dar a la región andina la verdadera significación que tiene mediante la eliminación de barreras artificiales que se han creado y continuar trabajando para que los ciudadanos andinos puedan gozar plenamente de los derechos que les corresponden.

Indicó que en la IV Reunión de Viceministros y Expertos del Trabajo de la CAN, que se realiza en la sede del organismo andino, se buscará definir las acciones y mecanismos para lograr la plena implementación y operatividad los Instrumentos Andinos de Migración Laboral y de Seguridad Social y en el desarrollo otros proyectos sociolaborales en beneficio de los trabajadores andinos.

Durante la reunión, los representantes de Bolivia, Colombia, Ecuador y Perú y de los instituciones del SAI, entre los que se encontraban altos representantes del Parlamento Andino, la Corporación Andina de Fomento, la Universidad Andina Simón Bolívar – Sede Central, Tribunal Andino de Justicia, Consejos Consultivos Empresarial y Laboral Andino y la Secretaría General de la CAN, identificaron las actividades que se desarrollarán durante el Año Andino de Integración Social

Posible retención de documentos de mujeres inmigrantes en Uruguay

El ministro de Trabajo, Eduardo Brenta, aseguró que si se comprueba que existen en Uruguay trabajadoras domésticas con los documentos retenidos, se actuará de forma inmediata y en el marco de la justicia penal, ya que se trataría de un secuestro.
El miércoles la dirigente gremial, Graciela Espinosa, dijo a El Espectador que en determinados barrios privados de la ciudad hay mujeres extranjeras trabajando como empleadas domésticas a las que los patrones les retiran los documentos y les cierran las puertas para que no puedan salir a la calle.

La gremialista afirmó que muchas de estas mujeres se desempeñan en barrios privados, donde para el gremio es muy difícil acceder y por lo tanto no pueden recibir asesoramiento.

El ministro de Trabajo dijo a El Espectador que tras escuchar estas declaraciones se puso en contacto con el sindicato para ver si efectivamente hay información que demuestre que estas prácticas se llevan a cabo en nuestro país. Afirmó que si se constata una situación de este tipo se actuará de inmediato ya que se trataría nada más y nada menos que de un “secuestro”.

Brenta afirmó que “si el Ministerio recibe una denuncia concreta va a actuar en el marco de lo que la ley establece, que es la inspección correspondiente. En el caso de que la persona se niegue a que sea inspeccionado el domicilio, se recurrirá a la Justicia y eventualmente a una orden de allanamiento a los efectos de descartar cualquier posibilidad de que nos encontremos con una situación que constituye un grave ilícito, no sólo en el marco de la Justicia laboral sino también de la Justicia Penal”.

El secretario de Estado afirmó que en la Secretaría de Estado nunca recibieron denuncias sobre este tipo de delito y afirmó que a pesar de la fuerte actividad inspectiva que realiza el Ministerio, nunca se detectó una situación de estas características.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Apelo à participação dos imigrantes no Censos 2011

A alta comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural, Rosário Farmhouse, apelou, em Coimbra, à participação de todos os imigrantes nos Censos 2011, salientando a importância das suas respostas para se conhecer a realidade de Portugal.
“É o grande momento de sabermos quem somos, quem está em Portugal, e por isso queremos muito que os imigrantes participem e não fiquem com receio de responder ao inquérito”, afirmou.

Rosário Farmhouse falava aos jornalistas no final da sessão de encerramento do encontro anual da Rede CLAII [Centros Locais de Apoio à Integração dos Imigrantes], que decorreu durante dois dias, em Coimbra.

“Portugal, desde 2001 a 2011, é um país diferente, é um país muito mais diverso. Neste momento, tem imigrantes de mais de 170 nacionalidades diferentes. É importante termos a noção da presença destas pessoas”, adiantou.

Segundo Rosário Farmhouse, o ACIDI (Alto Comissariado para a Integração e Diálogo Intercultural) e o INE (Instituto Nacional de Estatística) estão a desenvolver medidas de divulgação para a participação dos imigrantes nos Censos de 2011.

Cárceres dos Estados Unidos: imigrantes são negócio

As leis anti-imigrantes nos Estados Unidos –como a SB1070, do Arizona-, têm um objetivo: que centenas de sem documentos sejam presos, visto que isso gera lucro. Entre os impulsionadores dessas legislações está a Corrections Corporation of America (CCA), empresa privada que administra 65 cárceres e centros de detenção de migrantes e que, somente por estes últimos, obteve lucros aproximados de 74 milhões de dólares em 2010.

Em entrevista ao El Universal, a especialista em temas migratórios, Andrea Nill revela o resultado da investigação que realizou junto com seus colegas do Center for American Progress –organização não governamental e de análise política, em Washington-, que expõe os supostos nexos da CCA com personagens próximos à governadora do Arizona, Jan Brewer, e o senador Russell Pearce, e que levam a questionar o interesse real de ambos em criminalizar a migração.

Além do fator econômico representado pela CCA –que cotiza na Bolsa de Nova York-, há também um fator ideológico: uma rede de advogados que integram o Immigration Reform Law Institute, um grupo orgulhoso de sua posição radical anti-imigrante ao qual pertence o republicano Kris Kobach, que redigiu a SB1070 e cobrou 13 mil dólares ao Arizona. Juntamente com sua equipe, colocou seus conhecimentos legais a serviço de outros Estados da União Americana para replicar esta norma.

Nill reconhece que não há nada ilegal nisso; porém, diante dos interesses em jogo, "é importante informar ao público, pois não sabe quem está escrevendo suas leis e talvez acredite que seus representantes têm seus melhores interesses em mente quando estão aprovando essas normas. Se todos tivessem conhecimento dessa situação, a Lei Arizona e suas similares não teriam um tão alto percentual de apoio”.

Um relatório da Secretaria de Relações Exteriores (SER) revela que desde que a SB1070 foi aprovada, em menos de dois meses –entre o dia 28 de abril e o dia 10 de junho de 2010-, em oito Congressos Estatais dos Estados Unidos legisladores republicanos apresentaram iniciativas que, em alguns casos, são cópias na íntegra da Lei Arizona, e que permitiriam que qualquer suspeito de estar sem documentos seja detido e encarcerado.

O poder por trás da lei

Em 2010, o Center for American Progress iniciou uma investigação sobre a Lei Arizona, com a participação de experts, como Andrea Nill. Em setembro passado, entregou um relatório final, que concluiu que por trás da norma de corte racista e discriminatório não havia somente um propósito de política migratória.

O documento revelou que, em dezembro de 2009, o Conselho de Intercâmbio Legislativo (ALEC, por suas siglas em inglês), grupo de enlace entre empresários e legisladores estadunidenses ao que pertence a administradora de prisões CCA, entrou em contato com o senador do Arizona, Russell Pearce, que desde 2005 contava com uma proposta anti-imigrante para dar forma final a um projeto de lei que desse amplos poderes à polícia local para deter qualquer pessoa suspeita de ser imigrante sem documentos.

Depois, na edição de janeiro-fevereiro de 2010 da revista publicada pelo ALEC, foi divulgado um texto que poderia ser considerado uma versão preliminar da SB1070 e, em abril desse ano, Pearce apresentou a versão final.

O Center for American Progress documentou também que a governadora do Arizona tinha em sua equipe de colaboradores de campanha e em sua administração pessoas ligadas a CCA, que, supostamente, haviam influenciado em sua decisão de aceitar a SB1070, como Pablo Senseman e Chuck Coughlin, identificados como gestores da corporação carcerária.

Inclusive, meios estadunidenses, como KPHO Arizona-TV e a radifusora NPR deram seguimento a essa investigação e documentaram –entre outros nexos- que a empresa Pershing Square Capital, com uma importante participação financeira na CCA, reconheceu que a rentabilidade da corporação "depende de um número crescente de imigrantes nas prisões”.

A investigação foi além do Arizona e encontrou que legisladores em outros Estados supostamente também têm sido financiados por ALEC-CCA para impulsionar leis similares a SB1070 no Tennessee, Oklahoma, Colorado, Flórida ou Pennsylvania.

A partir da informação obtida pelo American Progress, Andrea Nill tem claro que o objetivo da CCA ao promover leis anti-imigrantes é evidente: "É uma corporação de prisões privadas a quem interessa esse sistema que lhe permita ter mais prisioneiros, mais imigrantes sem documentos em suas prisões, o que leis como a SB1070 permitiriam”.

Lucros milionários

A CCA, que cotiza na Bolsa, em seu relatório anual na Nasdaq –cuja cópia está em poder de El Universal- revela que somente em 2009 obteve ingressos acima de 1 bilhão 660 milhões de dólares pela administração das prisões e centros de detenção migratória; porém, reconhece que a perda de qualquer uma das prisões estatais que administra –como a da Califórnia, cujo contrato vence em junho desse ano- teria um impacto negativo em suas finanças.

O documento indica que "o retorno dos reclusos da Califórnia para o controle estatal poderia ter um impacto adverso significativo sobre nossa situação financeira, resultados de operações e fluxos de efetivo. Uma diminuição nos níveis de ocupação poderia causar uma diminuição nos ingressos e na rentabilidade (...). Uma parte significativa de nossos ingressos é gerada em virtude de contratos de gestão de instalações que preveem dietas baseadas na ocupação diária”.

Andrea Nill afirmou que a governadora do Arizona declarou que a CCA não influiu em suas decisões; "porém, é muito difícil dizer isso quando pessoas que ocupam altos cargos, que trabalharam para ela têm conexões com a CCA”.

Comentou que a CCA também nega qualquer influência para impulsionar a legislação; "porém, não pode negar que se reuniram com Russell Pearce, pois é um fato público que todos sabemos, apesar de que não querem tomar responsabilidade; da mesma forma, não podem dizer que não têm interesse nesse tipo de lei e nos benefícios que essas lhes trarão. O certo é que essas leis vão resultar em aumento no número de prisioneiros imigrantes”.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PROTESTO DE CAMELÔS: O QUE A IMPRENSA NÃO FALA

Mais uma vez foi noticiada a greve e o protesto dos camelôs na feira da madrugada no Brás, região central da Capital Paulista. Más o que a imprensa não fala é que a operação Conjunta da Prefeitura e da Polícia Militar fechou já há duas semanas a Rua Barão de Ladário, que têm mais de 800 ambulantes imigrantes: paraguaios, peruanos e bolivianos. O que chama atenção é o fato da operação fechar justamente esta rua. Um gesto bastante estranho para a cidade mais cosmopolita da America do Sul e que acabou de completar 457 anos, orgulhosa de sua diversidade cultural. Estes imigrantes, trabalhadores, permanecem em vigília, firmes na esperança de conseguir seu espaço para continuar trabalhando, e segundo, nos comentaram, até o momento ninguém lhes ofereceu nenhum tipo de apoio ou ajuda. Eles estão confiantes que o Sindicato de Camelôs Independentes, cujo líder foi executado em seu escritório, no passado dia 10 de dezembro de 2010, consiga uma autorização judicial para voltar à normalidade.
Paulo Illes
Coordenador do Centro de Apoio ao Migrante

Dia do Combate ao Trabalho Escravo

Comemoramos hoje, 28 de janeiro, o Dia do Combate ao Trabalho Escravo. Trata-se de uma das contradições mais flagrantes do sociedade moderna ou pós-moderna. Ela convive, ao mesmo tempo, com a ciência e a tecnologia mais avançada e com formas de trabalho execradas ao longo da história. Há o trabalho escravo propriamente dito, mas há também formas de trabalho análogas ao trabalho escravo, como o trabalho precário, insalubre e degradante: trabalho infantil, com crianças sem escolarização; trabalho domiciliar, remunerado por peça, onde contribuem idosos, crianças, etc.; dupla ou tríplice jornada de trabalho, especialmente no caso das mulheres; trabalho feminino com remuneração inferior ao masculino; trabalho autônomo, como forma de auto-escravidão. Não há dúvida que por trás dessas formas ultrapassadas de trabalho, em plena era da tecnologia de ponta, sempre existe expressivos movimentos migratórios, temporários ou definitivos. Como exemplo, podemos citar o corte de cana na agro-indústria; as safras agrícolas, tais como a colheita do café, da laranja ou de frutas em geral; as grandes obras, onde predominam contratos precários com empreiteiras; os serviços domésticos em geral, particularmente na regiões de turismo; a indústria têxtil de fundo de quintal... Inúmeros migrantes internos e imigrantes em situação irregular habitam esses porões e esconderijos, onde se trabalha muito e se ganha pouco. A falta de segurança e de garantias no trabalho traz, como consequência direta, a mutilação dos direitos básicos para uma cidadania digna: acesso à educação, à saúde, à habitação, a um endereço... "Aí as pessoas não moram, se escondem", como diz o humor sombrio. Também não podemos esquecer o crime organizado, em nível nacional e mundial, onde predomina o tráfico de pessoas para exploração trabalhista ou sexual. Combater o trabalho escravo é erguer a voz contra todo tipo de serviço precário e degradante que prolifera nos locais e ambientes mais sórdidos da sociedade. Ironicamente, o capitalismo neoliberal, qual camaleão em constante mudança, incorpora essas formas não capitalistas de relações de trabalho, para fortalecer os laços da exploração e do acúmulo de capital. Daí a necessidade de dar um basta à migraçõa forçada e ao trabalho escravo, degradante, aviltante...
Um abraço fraterno,
Alfredo

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Obama: EUA devem encarar 'de uma vez por todas' a reforma migratória

O presidente Barack Obama afirmou terça-feira que os Estados Unidos devem resolver "de uma vez por todas" o problema da imigração ilegal, ao pedir um esforço bipartidário em direção a uma reforma migratória, durante o discurso anual sobre o Estado da União.

"Acredito fortemente que devemos encarar, de uma vez por todas, o tema da imigração ilegal", afirma Obama de acordo com o discurso, divulgado antecipadamente pela Casa Branca.

"Estou preparado para trabalhar com republicanos e democratas para proteger nossas fronteiras, fazer com que as leis sejam cumpridas e nos ocuparmos dos milhões de trabalhadores ilegais que atualmente vivem nas sombras", diz Obama.

O presidente tem mantido seu compromisso com uma reforma migratória integral, que abra caminho para formalizar a situação dos onze milhões de imigrantes ilegais que vivem no país, a maior parte deles hispânicos, mas seus esforços não tiveram grande repercussão no Congresso.

"Sei que o debate será difícil e levará tempo. Mas esta noite, vamos entrar em acordo de fazer este esforço", pede Obama.

Obama defendeu a necessidade de garantir que milhares de estudantes excedentes que não são cidadãos americanos possam ficar no país, em referência a um projeto de lei de reforma migratória parcial, chamado de Dream Act.

O projeto, que abria caminho para legalizar centenas de milhares de jovens ilegais nos Estados Unidos se entrassem na universidade ou no Exército, não conseguiu ser aprovado em dezembro no Congresso americano, mas legisladores afirmaram que voltarão a tentar sua aprovação.

"Alguns são filhos de trabalhadores ilegais, que não tiveram nada a ver com os atos de seus pais. Cresceram como americanos, juram fidelidade à nossa bandeira e, no entanto, vivem todos os dias sob a ameaça de deportação", disse Obama.

"Outros vêm do exterior para estudar em nossas instituições superiores e universidades. Mas assim que obtêm seu título, os enviamos de volta ao seu país para competirem contra nós. Não tem nenhum sentido", acrescentou o presidente.

EUROPA/ITÁLIA – Os imigrantes, instrumento no plano de Deus para difundir o Evangelho

Os imigrantes, instrumento no plano de Deus para difundir o Evangelho
Roma (Agência Fides) – “Nós não devemos ver os migrantes como um objeto de evangelização, mas como agentes da mesma. O próprio Fundador, desde o início viu a emigração de católicos como um instrumento providencial no plano de Deus para difundir o Evangelho. O nosso apostolado só será eficaz se transformamos os imigrantes em comunidades que evangelizam”. Foi o que escreveu Pe. Sérgio O. Jeremias, Superior Geral dos Missionários de São Carlos (Escalabrinianos), em sua carta de 25 de janeiro, cuja cópia foi enviada à Agência Fides, descrevendo as etapas do caminho proposto para este ano sobre o tema “Comunidade que evangeliza”. O superior geral afirmou que “a Igreja recebeu o mandato de Jesus para continuar a sua missão de evangelização ao longo dos séculos” e o Espírito Santo suscitou nela homens e mulheres que levaram a sério o compromisso de levar a mensagem do amor de Deus, em especial a grupos específicos de pessoas pobres e marginalizadas. “Também eles, como Jesus, se cercaram de outros discípulos que fizeram exatamente isso, zelaram e se dedicaram, não como indivíduos, mas como uma comunidade estruturada, à evangelização, dando origem a ordens e congregações religiosas na Igreja”. O Beato Giovanni Batista Scalabrini identificou “uma categoria de pessoas pobres que não tinha ainda recebido a devida atenção na Igreja: os migrantes”, preocupado que eles “perdessem, numa vida totalmente material, a fé de seus pais”. A Congregação fundada por ele foi em seguida engajada desde o início naquilo que Papa João Paulo II chamou de “nova evangelização”, dirigindo-se “àqueles que cresceram na fé, são transplantados num bem cultural, social e eclesial diferente daquele familiar e correm o risco de colocá-la de lado e perdê-la ou porque não encontram um terreno adequado para crescer nela, ou porque querem queimar tempo para melhorar sua condição econômica”. Após reiterar que” na nossa congregação, todos somos chamados a evangelizar onde quer que estejamos, qualquer função que desempenhamos e qualquer atividade que realizamos”, Pe. Sérgio Jeremias sublinha “alguns aspectos da evangelização Escalabriniana”. Em primeiro lugar, “o cristão não evangeliza nunca como um indivíduo sozinho, mas como membro de uma comunidade”. Portanto, “não podemos ser evangelizadores Escalabrinianos se não conhecemos primeiro o mundo dos migrantes, sua cultura, suas necessidades, seus anseios e aspirações”. Os imigrantes não deve ser considerados apenas objetos de evangelização, mas também como “agentes da evangelização”. Importante é a colaboração dos leigos, voluntários e profissionais que atuam dentro e fora da comunidade de migrantes. Enfim, a partir do momento que o fenômeno da migração está em contínua mudança, o Superior Geral ressalta: “a nossa Congregação é chamada a rever continuamente as próprias estruturas, posições e métodos pastorais. Devemos estar abertos aos sinais dos tempos e ser constantemente criativos no renovar ou até mesmo deixar posições e formas de apostolado, embora às vezes adquiridas com sacrifício, e encontrar novas”.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

México y Honduras contra secuestradores

Debido a que entre 20 y 30 mil indocumentados son secuestrados por año, en su viaje hacia el país del norte, y la mayoría de las víctimas son de Honduras, ésta nación centroamericano y el gobiernos de Estados Unidos, acordaron iniciar un cambate frontal contra las bandas dedicadas al plagio de inmigrantes en territorio mexicano.
Varias de estas bandas delinctivas fueron desarticuladas, pero en los últimos meses han secuestrado a varios migrantes sin saberse aun el paradero de las víctimas. Los delincuentes piden el rescate a las familias de los migrantes tanto en Honduras como en Estados Unidos, amenazandolos con matarlos si estos no pagan la cantidad de dinero acordada.

También acordaron trabajarar con sus unidades de inteligencia financiera para detectar las transacciones vinculadas con la extorsión a indocumentados, el tráfico y la trata de personas, ya que estas bandas ocupan las redes de bancos para movilizar el dinero ilícito en toda la región.

Las bandas de secuestradores operan principalmente en las zonas sur y central del territorio mexicano, piden un rescate promedio de $ 2,500 hasta $ 4,500 por cada inmigrante indocumentado secuestrado, generando ganancias de hasta 25 millones de dólares a cada grupo del crimen organizado por este ilícito.

Ambos gobiernos buscaran el apoyo de los demás países de Centroamérica para buscar mecanismos para fortalecer la lucha conjunta contra los grupos del crimen organizado que operan tanto en México con en Guatemala, El Salvador, Nicaragua y Honduras contra los inmigrantes indocumentados, ya que no sólo es trabajo de Mèxico y Honduras, sino de todos los países involucrados en este tema de la inmigración indocumentada.