sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Ola migratoria reveló crisis humanitaria en Centroamérica

Unos 68 mil niños de Guatemala, El Salvador y Honduras, principalmente, emprendieron una peligrosa travesía terrestre y lograron ingresar ilegalmente a Estados Unidos, muchos de ellos motivados por el deseo de reencontrarse con sus padres, residentes en aquel país.
Pero también la situación de pobreza y la urgencia de escapar al reclutamiento forzoso de las pandillas fueron factores determinantes de este flujo, que las autoridades estadounidenses definieron como una crisis humanitaria.
Los gobiernos de los países centroamericanos realizaron gestiones para que los menores no fueran deportados y que su situación la ventilara un juez migratorio.
El 14 de noviembre último, los presidentes de los tres países presentaron en Washington un plan denominado Alianza para la Prosperidad en el Triángulo Nortecuyo principal objetivo es combatir la pobreza y la violencia como medio de desestimular la emigración.
Este plan marca un hito importante en la cooperación y en los esfuerzos trinacionales que desarrollamos”  y esperamos comenzar a implementar algunas medidas del plan el próximo año, declaró el canciller salvadoreño Hugo Martínez.
En noviembre, Estados Unidos se comprometió a abrir un programa que permitiría a los inmigrantes regulares de estos tres países solicitar, bajo ciertas condiciones, el estatuto de refugiados para sus hijos solteros menores de 21 años.

- Imparable migración -
Analistas reconocen la importancia del Plan para la Prosperidad pero advierten que superar los rezagos que generan la pobreza y la violencia asociada de las pandillas llevará muchos años.
La migración no se va a detener mientras no se mejore la calidad de vida y se invierta en educación, salud, seguridad y mejoramiento de la economía, advirtió en Guatemala la directora de la Mesa Nacional para la Migración  (Menamig), Julia González.

En Guatemala no hay condiciones para vivir con tranquilidad y la situación es dramática para los niños y jóvenes. Lo que se da es una expulsión forzada porque no es una migración voluntaria, destacó la directora de Menamig.
A pesar de los peligros que supone el recorrido por tierra o mar, los padres en Estados Unidos pagan hasta US$8 mil a coyotes  (traficantes de personas) para trasladar a sus hijos y sacarlos del peligro en que han caído sus comunidades de origen.
La responsable de asuntos migratorios del Instituto de Derechos Humanos de la Universidad Centroamericana  (UCA), Karla Salas, advierte que el problema es grande y complejo porque la migración se ha convertido en un factor de sobrevivencia.
Antes para la reunificación familiar se esperaba que el niño cursara el bachillerato, ahora han tenido que adelantar el proyecto migratorio porque los niños están siendo acosados por pandillas o sus familias están siendo extorsionadas porque sus padres se vuelven blanco perfecto por las remesas que mandan, explicó Salas.
Pero la migración tampoco salva de la violencia. No hay un solo niño que regrese a Honduras ileso; todo niño que ha emigrado regresa con una cicatriz de violencia, lamentó en Honduras el director de Casa Alianza, Guadalupe Ruela.
Además, la amenaza de la deportación está siempre presente. Las estadísticas de deportados vía aérea desde Estados Unidos, de enero a noviembre, llegaban a 110 mil 320 entre los tres países. La cifra en igual periodo del 2013 fue de 102 mil 609, según datos oficiales.

Complicado financiamiento
El Plan de la Alianza para la Prosperidad presentado en noviembre en la sede del Banco Interamericano de Desarrollo  (BID) está basado en cuatro pilares: emprendimiento y creación de empleo; seguridad, capacitación técnica y fortalecimiento institucional. Su objetivo es llevar fondos a los municipios de mayor migración.
Estados Unidos, se comprometió a colaborar con un monto no especificado y prometió estimular a organismos multilaterales para que brinden su ayuda y para que grandes empresas hagan inversiones estratégicas en poblados de mayor migración.

El analista y profesor universitario salvadoreño Roberto Cañas advirtió queel Plan para la Prosperidad es una declaración de buenas intenciones”  porque Estados Unidos no estableció montos de ayuda, que para ser liberada deberá sortear el camino del Congreso dominado por los republicanos.
Para Cañas sería injusto”  que los tres países contraigan mayores deudas para atenuar un fenómeno migratorio en el que Estados Unidos tiene unacorresponsabilidad.


POR AGENCIA AFP / EL SALVADOR


Emissão de carteiras de trabalho para estrangeiros bate recorde em Caxias do Sul em 2014

Das 37 mil carteiras de trabalho emitidas pela gerência do Ministério do Trabalho em Caxias do Sul, 2,5 mil foram direcionadas a estrangeiros. Os números refletem os empregos não só da cidade, mas dos municípios da região.

O gerente do órgão, Vanius Corte, afirma que o volume de carteiras para outras nacionalidades superou todos os anos. O recorde tem os haitianos a frente das emissões, seguido pelos senegaleses e, depois, por pessoas de origens variadas. "O número surpreende pelo volume. Ouvimos que estamos em crise e que o Brasil perdeu o encanto, mas para esta classe não, muitos trazem a família para o Brasil”, disse durante entrevista ao programa Dito e Feito Informação desta quarta-feira (24), com Ronaldo Bueno.

A maioria dos estrangeiros procura Caxias do Sul para encaminhar documentos junto ao Ministério e à Polícia Federal, mas optam por residir em outros municípios.


por Noele Scur
(Rádio São Francisco),


quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Natal dos Migrantes


Quero, enviar uma mensagem de paz e esperança, de alegria e solidariedade a todos os homens e mulheres , de uma forma muito especial, com todos os que, devido a circunstâncias adversas nos seus países de origem, escolheram ou se viram forçados a escolher Brasil  para viver e trabalhar.! As situações de crise econômica, política e social repercutem-se, cada vez mais, na vida concreta das pessoas, e manifestam-se de maneira especial, na falta e precariedade de emprego e, por consequência, num maior empobrecimento de grande parte da população, fazendo aumentar os conflitos sociais, originando vagas de migrações que buscam, longe das suas terras, os meios para viver com o mínimo de dignidade. A situação atual de crise econômica em muitos países  afeta todos,  especialmente os mais pobres que são forçados  a  migrar , e chegam aos países  sendo explorados, sem direitos efetivos e sem esperança.  Conhecemos diretamente a realidade dos imigrantes, queremos partilhar com todos e de uma forma especial com os cristãos, pistas para reflexão e partilha afim de que a  nossa caminhada de Advento possamos criar atitudes que, face ao fenômeno das migrações, nos ajudem a viver um Natal centrado no mistério da explosão de alegria surgida em Belém com Jesus, o imigrante por excelência, que integrou a história da humanidade.   A liturgia do Advento propõe-nos duas atitudes fundamentais para o viver quotidiano  e que promovem a dignidade. Assim, face à lei da imigração, propomos que todos estejamos mais vigilantes aos imigrantes e que a justiça exigida pela sua dignidade se concretize. No contexto de quem trabalha na promoção dos direitos dos imigrantes, é estar atento a todas as situações de injustiça praticadas contra eles. É criar uma sensibilidade e uma consciência ativa para a realidade de tantos a quem os direitos são negados. É contribuir para uma atitude de acolhimento , é denunciar todas as situações de injustiça praticada contra qualquer pessoa especialmente contra o imigrante. É denunciar toda a exploração, sem condições de segurança no trabalho, sem direitos à segurança social, sem direito aos cuidados de saúde básicos. É denunciar aqueles que promovem o tráfico de pessoas  mulheres e crianças para a exploração sexual. É denunciar a promoção do trabalho precário. É combater a cultura do medo. É denunciar as violências contra os imigrantes, porque estão em  situação irregular.  Natal não pode ser meramente folclore, luzes, prendas, consumo. Tem que ser, antes de tudo, contribuir para a construção de um mundo melhor, para a construção da casa comum, onde todos se sentem acolhidos. 

Feliz Natal


 Miguel Ahumada

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Secretaria de Educação entrega doação aos imigrantes

A Secretaria de Estado de Educação (SEE) realizou a doação, nesta segunda-feira, 22, de 75 peças de roupas, sapatos e outros itens à Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) destinados aos ocupantes do abrigo de imigrantes de Rio Branco.
A ação faz parte da campanha “Natal Solidário”, realizada pela SEE, por meio do Programa de Humanização na Educação. Segundo a coordenadora do programa, Maria da Conceição Moura, todos os anos o setor recebe as doações e repassa às pessoas que mais precisam. “Dessa vez destinamos uma parte para os imigrantes haitianos”, ressaltou.
Ruscelino Barbosa, coordenador-geral da Sejudh, foi o responsável pelo recebimento dos donativos, para em seguida, encaminhá-los para o abrigo. “Agradecemos a colaboração da Secretaria de Educação, a doação será muito bem-vinda para os imigrantes, já que alguns chegam aqui somente com a roupa do corpo”, pontuou Barbosa.

 A Gazeta do Acre

México admite la participación de la Policía en matanzas de inmigrantes

En agosto de 2010, 72 inmigrantes centroamericanos fueron asesinados en el municipio de San Fernando, ubicado en el Estado nororiental de Tamaulipas. En abril de 2011, las autoridades hallaron otros 193 cadáveres en fosas comunes. En ambos casos, se culpó al crimen organizado de las matanzas. La zona, próxima a la frontera con Estados Unidos, se convirtió en territorio vedado para los cientos de miles de desplazados que tratan de alcanzar suelo americano. Cuatro años después de estos sucesos, la Fiscalía mexicana (PGR) ha reconocido por primera vez que existió complicidad de las fuerzas de seguridad.
Según la información proporcionada el pasado 10 de diciembre al National Security Archive –un instituto de investigación de la Universidad de George Washington-, los agentes municipales de San Fernando recibieron por su trabajopagos del cártel de los Zetas, una de las organizaciones criminales más sanguinarias en el país que opera en la región.
La PGR hizo públicas las conclusiones después de que el Instituto Federal de Acceso a la Información Pública y Protección de Datos (IFAI), un organismo que vela por la transparencia de las instituciones públicas, ordenara entregar los datos de la investigación, cuyos detalles habían estado bajo reserva todo este tiempo. El IFAI logró obtener la información al argumentar que las masacres constituyeron violaciones a derechos humanos (algo negado por las autoridades) ,según lo establecido en los tratados internacionales ratificados por México y los fallos de la Suprema Corte de Justicia del país. 
La Fiscalía indica que los elementos de la policía municipal de San Fernando realizaron “labores de halconeo, interceptación de personasy omisión en su deber en la observancia de delitos cometidos por miembros de la organización criminal de Los Zetas”.
La versión oficial referida hasta la fecha indicaba que las masacres ocurrieron a manos de Los Zetas, pero la información proporcionada ahora por la PGR descubre detalles sobre los policías implicados en los crímenes. La dependencia del Gobierno de Enrique Peña Nieto añade también que algunos agentes fueron detenidos a lo largo de 2010 y 2011 por su participación en los hechos. El documento incluye el testimonio de uno de ellos: “Sé que los policías y tránsitos de San Fernando ayudan a la organización de Los Zetas, porque en lugar de que cuando detienen a la gente se la lleven al pentágono es decir la cárcel municipal, se los entregan a los zetas.

El Pais


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

La delgada línea entre identidad y racismo que inquieta a Alemania

Miles de personas —quizá superen las 15.000 del pasado lunes— volverán a manifestarse en Dresde  contra lo que ellos consideran un proceso evidente de islamización de su ciudad, de Alemania y de todo Occidente. En la décima edición de unas protestas semanales que han sido en todo momento pacíficas, los organizadores proponen cantar villancicos frente a la ópera donde Richard Wagner estrenó Tannhäuser y El holandés errante. Los partidos políticos con representación parlamentaria rechazan de forma unánime un movimiento tildado de “extremista” por el presidente Joachim Gauck. Los aludidos, sin embargo, responden que no son ni xenófobos ni racistas, y que tan solo tratan de defender su forma de vida frente a imposiciones externas. Una de sus grandes reivindicaciones es evitar que, entre los refugiados por motivos políticos, se cuelen inmigrantes que van a Alemania tan solo por razones económicas.
Pegida —el acrónimo de Patriotas Europeos contra la Islamización de Occidente— es un movimiento heterogéneo que abarca desde votantes tradicionales de los democristianos decepcionados por el giro al centro de la canciller Angela Merkel pasando por desengañados con el establishment político hasta radicales de derechas. “Sabemos que hay representantes del partido antieuro AfD y también personas vinculadas a la extrema derecha del NPD, algunos con antecedentes penales. Todos ellos intentan meter una cuña en la sociedad. No podemos permitirlo”, asegura a este periódico la secretaria de Estado de Integración, Aydan Özoguz. “La xenofobia y sobre todo la islamofobia son elementos importantes de Pegida, que surge para dar respuestas sencillas a fenómenos complejos. Son explicaciones del tipo: hay paro porque los extranjeros nos quitan los puestos de trabajo”, sintetiza Gero Neugebauer, politólogo de la Universidad Libre de Berlín.
El dilema ante un problema imprevisto
Lo que comenzó como una protesta minoritaria ha ido creciendo hasta convertirse en un problema al que la clase política debe responder. Todos los partidos, excepto el eurófobo AfD, han sido muy claros al condenar la ideología del movimiento de los autodenominados Patriotas Europeos contra la Islamización de Occidente. Pero difieren en un punto: ¿es necesario trazar una línea clara y criticar a todo el que acuda a las manifestaciones o conviene más mostrar dureza con los líderes del movimiento islamófobo y comprensión con los ciudadanos de buena fe que participan en él?
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“En las protestas, hay neonazis y radicales que intentan predisponer a la gente contra las minorías. Eso no lo podemos aceptar. Pero también hay mucha gente desconcertada que siente que los políticos no tienen en cuenta sus miedos difusos de convertirse en extranjeros en su propia tierra. A todas esas personas debemos dirigirnos”, dijo al muy popular periódico Bild
el líder socialdemócrata y número dos del Gobierno, Sigmar Gabriel. Con estas palabras parecía leer la cartilla a su compañero de partido y ministro de Justicia, Heiko Maas, que días antes había descrito Pegida como “una vergüenza para Alemania”, sin ningún matiz. La canciller Angela Merkel también se dirigió a este grupo cuando pidió a los ciudadanos no ser instrumentalizados para impulsar “campañas de difamación y calumnias contra personas que vienen de otros países”.
Lo que ocurre estos días en Dresde no es un caso aislado. El aumento de las solicitudes de asilo —este año llegarán a 200.000, el récord de las dos últimas décadas— o el medio millar largo de alemanes que combaten como yihadistas en Irak o Siria han elevado el grado de tensión social en Alemania. De enero a septiembre se contabilizaron 86 ataques a centros de refugiados, el último este mes en Núremberg, donde un albergue amaneció quemado y con cruces gamadas pintadas en sus paredes. Y el grupo autodenominado “Hooligans contra salafistas” protagonizó hace dos meses disturbios violentos en el centro de Colonia con medio centenar de policías heridos.
En un acto de los hooligans en Hannover actuaron músicos de la órbita neonazi y habló un miembro del partido fascista NPD; y en Dügida (la versión en Düsseldorf del movimiento Pegida) una mujer ligada a la extrema derecha actuó como oradora. Pero el fenómeno es más complejo. Al margen de los elementos ultras, una mayoría de los que cada semana se manifiestan rechazan cualquier etiqueta de racistas. El pasado lunes en Dresde, muchas pancartas reclamaban “tolerancia” y “rechazo a cualquier fanatismo”. Los ánimos se calentaban cuando se mencionaba la construcción de un centro de refugiados en esta zona de Alemania, donde la población musulmana es de tan solo un 0,1%.
Uno de cada dos alemanes, según una encuesta de Zeit online, siente algún tipo de simpatía hacia Pegida, mientras que solo un 23% se muestra crítico con el movimiento. El 73%, además, confiesa su preocupación por la posibilidad de que el islam radical se asiente en su país.
“La mayoría de inmigrantes están integrados. Pero con los musulmanes aumentan los problemas. Hay guetos donde nadie entiende alemán y la policía no se atreve a entrar; mercados típicos navideños que de repente empiezan a llamarse ‘mercados de invierno’. Todo esto preocupa a mucha gente, que se siente insegura y provocada”, señala Roland Tichy, presidente de la Fundación Ludwig Erhard. Este periodista defiende que Pegida no tienen nada que ver con el radicalismo y que su éxito se explica por el hartazgo ciudadano ante sus élites. “La mayor parte de ellos no son de derecha radical, sino que representan al ciudadano medio. El problema, que afecta a toda Europa, es qué hacer con una minoría de islamistas radicales”, abunda el historiador Michael Wolffsohn.
Mientras toda Alemania habla de ellos, los representantes de Pegida rehúyen a la prensa, a la que acusan de mentir sistemáticamente. Este periódico tampoco logró ponerse en contacto con sus portavoces. “Por supuesto que habría que hablar con ellos, pero usan una estrategia típica de la extrema derecha: el silencio, como si estuvieran en una dictadura. Su objetivo es instrumentalizar a los manifestantes para polarizar la sociedad y dar un paso más en la escalada de un conflicto en el que las dos partes, islamistas e islamófobos, son cada vez más radicales”, concluye Thomas Mücke, responsable del proyecto Violence Prevention Network, que trata de concienciar a los jóvenes contra el radicalismo.


EL PAIS

Grupo de 800 imigrantes é encontrado em navio abandonado no Mediterrâneo

Agentes da Guarda Costeira italiana socorreram, neste sábado, no litoral da Sicília, cerca de 800 imigrantes, principalmente sírios, a bordo de um cargueiro abandonado pela tripulação, informou a imprensa local.

O cargueiro de 70 metros saiu da Turquia e estava a 100 milhas (185 km) da ilha italiana da Sicília (ao sul), quando os imigrantes, incapazes de dirigir o barco, entraram em contato com as autoridades italianas hoje pela manhã por um telefone via satélite.

Apesar do mar agitado, os socorristas conseguiram subir na embarcação, que continuava avançando a pelo menos seis nós (11 km/h), e levaram-na para um porto siciliano.

Os agentes classificaram como "criminosa" a conduta dos traficantes, que deixaram o barco no piloto automático, e poderiam ter causado uma colisão, ou outro tipo de acidente.

Desde o verão (boreal) de 2013, a Itália recebe um número cada vez maior de imigrantes em situação ilegal pelo mar. Foram pelo menos oito mil no primeiro semestre de 2013, e 35 mil, no segundo, enquanto no primeiro semestre de 2014 esse número chegou a quase 65 mil pessoas.

O total estimado para 2014 é de mais de 160 mil imigrantes, o que significa uma média de 400 pessoas por dia.

A viagem é bastante perigosa. Segundo a ONU, pelo menos 3.400 imigrantes morreram este ano nas águas do Mediterrâneo.

Agence France-Presse

sábado, 20 de dezembro de 2014

Expulsiones de connacionales sobrepasan a las del 2013

Rostros de tristeza, decepción y angustia se veían ayer en el salón de protocolos de la Dirección General de Migración (DGM),  de la Fuerza Aérea de Guatemala, a donde llegaron tres vuelos desde EE. UU., con 301 guatemaltecos deportados, cantidad  que fue suficiente para superar el récord  de expulsiones que se registró el año pasado.


Las cifras oficiales llegaron con las repatriaciones de ayer a 50 mil 366, 145 más que el número de deportados del 2013, que fue de 50 mil 221, y en los restantes 10 días del año podrían arribar 10 vuelos más con un promedio de cien expulsados cada uno.
Los connacionales, entre quienes se incluye al menos a seis mil 200 mujeres y 200 menores de edad, han sido retornados en 460 vuelos, la mayoría provenientes de Arizona y Texas.
Migración no CESA

Julia González, secretaria ejecutiva de la Mesa Nacional para las Migraciones, expuso que los guatemaltecos migran por la falta de oportunidades y la pobreza, por lo cual el flujo de indocumentados no se detendrá si no se  solucionan los problemas estructurales.  
Además, las deportaciones reflejan un aumento de la migración, ya que la mayoría de detenciones se produce cuando los guatemaltecos apenas han cruzado la frontera.
“Entre el 75 y el 80 por ciento de las deportaciones es porque son interceptados en la frontera y eso es un indicativo claro de que la migración, lamentablemente, persiste; el fenómeno de que la gente quiere llegar a EE. UU.”, expuso Alejandra Gordillo, del Consejo de Atención al Migrante de Guatemala.
Se rompe récord

Valerio Martínez tiene 22 años y es originario de una aldea de San Miguel Acatán, Huehuetenango, ayer se convirtió en el deportado 50 mil 222, con el cual se superó la cifra de retornados en el 2013.
El número poco significa para alguien que viajó con la intención de proporcionar un mejor futuro a su familia.
“¿Qué te puedo decir…? ¿Por qué me fui? La pobreza, las ganas de hacer una mi casa, de darles a mis hijos mejores estudios. Cuando pasé la frontera pensé que ya lo había logrado, pero no fue así. Me agarraron, y ahora no queda de otra que regresar a mi tierra, Huehuetenango”, afirmó con tristeza el joven deportado.
TESTIMONIO
“Fue una pesadilla”

Rosalinda Padilla es oriunda de San Lorenzo, San Marcos. Ayer fue deportada. Viajaba con cinco amigas, y en lo que subía a un taxi habló de su experiencia.
“No lo vuelvo a intentar. Por un momento pensé que moriríamos en el desierto. Estuvimos cinco días  sin agua. Fue una pesadilla”, afirmó Padilla.
DRAMA
Dejó a su familia

Rudy Alvarado fue deportado después de 21 años de haber residido en Orange, California. Estaba por  arreglar su residencia cuando cometió una falta leve y fue detenido por agentes migratorios. Dejó dos hijos en aquel país, de 5 y 7 años. “Creo que me los traeré acá”, indicó.
POR SERGIO MORALES 


Um em cada três emigrantes de 2013 tinha mais de 40 anos

Aumento da emigração é o fator que mais contribui para a diminuição da população residente em Portugal
Em 2013 emigraram 128.108 portugueses segundo as estimativas oficiais. Daqueles, 42% emigraram com a perspectiva de ficarem por um ano ou mais. Com os imigrantes, por outro lado, a diminuir, Portugal está a perder população desde 2011 - o que já não acontecia desde 1992.
Entre 2010 e 2013, o país perdeu 146 mil pessoas, conforme recorda o Pordata, numa nota em que a base de dados da Fundação Francisco Manuel dos Santos enumera os números que traduzem as tendências demográficas dos últimos anos.
Além do saldo natural que nos últimos anos se tem mantido em valores negativos, com mais mortes do que nascimentos (e recorde-se, a propósito que, em 2013, essa diferença foi de -23,8 mil), a diferença entre o número de pessoas que emigram e os imigrantes que entram também é o que mais tem pesado na diminuição da população residente em território nacional. Em 2013, houve mais 60 mil portugueses a sair do que imigrantes a entrar.
Para Maria João Valente Rosa, directora do Pordata, o saldo migratório negativo “reflete verdadeiramente o estado em que o país se encontra”, ou seja, “incapaz de encontrar formas de atrair pessoas vindas de fora, que devia ser a grande aposta dos governantes”. Isto porque as migrações acabam por pesar mais na dinâmica populacional do que a questão da natalidade por si só. “As migrações têm efeitos diretos e indiretos nos nascimentos, no envelhecimento, na economia… O que me surpreende é que esta questão não esteja a ser tão enfatizada quanto deveria”, insiste a socióloga.
Os estrangeiros eram, em 2009 e 2010, responsáveis por mais de 10% dos nascimentos registrados nesses anos. Em 2013, e porque Portugal tem visto sair muitos dos seus imigrantes, os nascimentos de filhos de mãe estrangeira já tinham descido para os 8,9%.
Do lado dos emigrantes, no ano passado 12,3 por cada mil habitantes foram residir e trabalhar no estrangeiro. Há uma década, só 3 em cada mil habitantes emigravam. E, embora a maioria das pessoas (57%) que emigra tenha entre 20 e 39 anos, a Pordata encontrou nos números pessoas cada vez mais velhas a optar por trabalhar e viver no estrangeiro. No ano passado, um em cada três emigrantes tinha mais de 40 anos.
Saem em idade de ter filhos e sabem, sobretudo, numa altura em que “sendo a esperança de vida à nascença de cerca de 80 anos, os projetos de vida estão a meio”, conforme sublinha Valente Rosa, enquadrando assim o “envelhecimento” dos emigrantes, nesta “alteração profunda dos tempos de vida a que temos vindo a assistir”.
Em termos de remessas dos emigrantes, que em 2013 representavam 1,8% do Produto Interno Bruto, o maior volume provém de França, Suíça e Angola. As remessas provenientes de Angola representavam no ano passado 10% do total de remessas de emigrantes, mas em 1996 não ultrapassavam os 0,2%.
Do outro lado da moeda, Portugal é o 19º país da União Europeia com mais baixas percentagens de estrangeiros residentes: representavam apenas 4% do total da população. Depois de quase três décadas em que a população estrangeira residente em Portugal aumentou continuamente, nos anos mais recentes os imigrantes têm vindo a diminuir a uma média de 3% ao ano.
Os brasileiros continuam a ser a comunidade estrangeira mais representativa: 23% do total. Seguem-se os cabo-verdianos, ucranianos e os romenos. Juntas, estas quatro nacionalidades representam mais de metade dos estrangeiros residentes em Portugal.
Por outro lado, a população chinesa é atualmente quatro vezes mais numerosa do que há dez anos. Em 2003, havia cinco mil chineses e, no ano passado, ultrapassavam já os 18 mil. 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Fórum Ecumênico Brasil visita o Acre para conhecer a realidade dos imigrantes

Preocupados com a difícil situação dos imigrantes que chegam ao país pelas fronteiras do Acre, representantes do Fórum Ecumênico Brasil (Febrasil), que reúne igrejas e organismos ecumênicos do país, vieram ao Estado para conhecer a situação dos imigrantes no Abrigo de Rio Branco.
Na última terça-feira, 16, o grupo se reuniu com os servidores da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e da Secretaria de Desenvolvimento Social (Seds), para conversar sobre as ações de acolhimento aos imigrantes.
De acordo com Marilu Nornberg, coordenadora programática da Fundação Luterana de Diaconia de Porto Alegre (RS), a ideia é fazer um breve diagnóstico da situação para subsidiar o movimento ecumênico em algumas reflexões para promover possíveis diálogos no campo das políticas públicas.
O secretário de Estado de Justiça e Direitos Humanos, Nilson Mourão, fez um breve histórico da chegada dos imigrantes ao Estado e apresentou o apoio humanitário realizado em conjunto pela Sejudh e Seds.
“Queremos provocar uma maior solidariedade da sociedade, especialmente de igrejas cristãs, a esse povo, seja na porta de entrada ao Brasil, seja nos Estados para onde esses imigrantes se deslocam em busca de trabalho e sobrevivência”, ressaltou Antônio Dimas, coordenador de projetos e formação da Coordenadoria Ecumênica de Serviços (Cese).
“É importante destacar que o Acre é apenas porta de entrada para o país. O destino dos imigrantes se concentra no Sul e Sudeste do país, onde há mais ofertas de empregos”, pontuou Nilson Mourão.

 Assessoria Sejudh

Expertos de la ONU instan a Holanda a prestar asistencia de emergencia a inmigrantes indocumentados

Un grupo de expertos en derechos humanos de Naciones Unidas urgió  al gobierno de Holanda a proveer alimentos, ropa y refugio a los inmigrantes indocumentados sin hogar que se encuentran en el país
A pesar de los repetidos reclamos de grupos de derechos humanos regionales e internacionales, Holanda se niega a brindar esta asistencia de emergencia. El gobierno recientemente denegó la solicitud de 15 millones de euros por parte de más de 60 municipios para cumplir con sus responsabilidades de cara a los inmigrantes durante los próximos meses de invierno.
Las autoridades centrales dejan que sean los municipios y las organizaciones de caridad locales las que decidan sobre la marcha si asistir o no a los inmigrantes indocumentados que viven en las calles.
Philip Alston, relator especial de la ONU sobre pobreza extrema y derechos humanos, describió la posición de Holanda como decepcionante. "En estos oscuros días antes de Navidad, es atroz que el gobierno holandés no esté dispuesto siquiera a dedicar 0,01% de su presupuesto anual para ayudar a personas sumidas en la absoluta miseria", dijo Alston.
Por su parte, la relatora especial de la ONU sobre el derecho a una vivienda adecuada, Leilani Farha, recordó que bajo la ley internacional de derechos humanos, Holanda está obligada a garantizar refugio de emergencia a los necesitados, sin discriminación y más allá de su estatus inmigratorio.


ONU

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

2014 é um dos piores anos para os migrantes na Europa

No norte da França, na cidade de Calais, cerca de 3 mil migrantes vivem em condições precárias na esperança de atravessar o canal da Mancha e chegar ao Reino Unido, enquanto o governo do primeiro-ministro britânico David Cameron tem um projeto em parceria com o governo francês, estimado em €15 milhões, para a construção de uma barreira de contenção do fluxo imigratório no local.
Na Alemanha, um forte movimento anti-imigração vem crescendo nas últimas semanas e preocupando até mesmo o governo da premiê Angela Merkel. Enquanto isso, pesquisas mostram que as populações dos países da Europa Ocidental se mostram cada vez mais a favor da limitação dos direitos dos imigrantes. É o caso dos franceses: 60% se opõem ao projeto que pode dar aos estrangeiros o direito de voto nas eleições municipais – uma promessa de campanha do presidente François Hollande.
Segundo o especialista em fluxos migratórios da Universidade de Liège e de Versalhes Saint Quentin en Yvelines, François Gemenne, o crescimento da xenofobia na Europa é inegável. “Essa hostilidade se manifesta através das políticas imigratórias cada vez mais repressivas, como o fechamento das fronteiras. Nós vemos isso acontecer em todos os países europeus, impulsionados por uma forte pressão dos partidos e movimentos de extrema-direita. A situação é muito preocupante”, avalia.
Manifestações pelos migrantes
Várias ongs organizam manifestações nesta quinta-feira (18) para alertar sobre a precariedade dos migrantes na Europa. Em Calais, uma grande manifestação denuncia o projeto da construção da barreira de contenção dos imigrantes, que chamam de "muro da vergonha".
Para o presidente do movimento Emmaüs Internacional e da Organização por uma Cidadania Universal (OCU), Jean Rousseau, conter os estrangeiros através de barreiras é uma decisão “extremamente perigosa e desumana”. “As pessoas que estão nessa situação catastrófica em Calais, por exemplo, são pessoas que fogem de guerras e conflitos em seus países de origem”, explica.
Um dos objetivos da mobilização é de chamar a atenção das autoridades para a evolução da questão da imigração. “A única solução que enxergamos para isso é que os governos comecem a considerar a possibilidade da livre circulação das pessoas”, diz.
35 mil brasileiros na França
De acordo com dados de 2011, os imigrantes representam 8,7% da população francesa. Cerca de 300 mil estrangeiros se instalam por ano na França. Entre eles, estão cerca de 35 mil brasileiros, legais ou em situação irregular, segundo o Instituto francês da Estatística e dos Estudos Econômicos (Insee, sigla em francês).
A empresária brasileira radicada na França, Renata Santos, chegou ao país há quatro anos para estudar, casou, constituiu família e montou seu negócio – uma história que se orgulha em contar. Mas nem todos têm direito a um final feliz como o dela.
“Eu conheço muitos brasileiros que estão ilegais na França. Eles chegam com o visto de turista, e acabam ficando, com a ilusão de que a França é um eldorado. Muita gente que eu conheço acaba indo trabalhar na limpeza, como babá, como pedreiro... Eles têm vergonha de voltar para o Brasil sem dinheiro”, lamenta.
Europa depende dos estrangeiros
No entanto, para Pedro Vianna, editor-chefe da revista francesa especializada em movimentos migratórios, Migrations-Société, apesar de todo o crescente movimento contra os estrangeiros na Europa, a economia do continente é dependente da mão-de-obra dos imigrantes.
“O bloqueio da imigração legal resulta na vinda e na permanência de estrangeiros em situação irregular que podem ser explorados e que aceitam condições de trabalhos às quais os europeus, protegidos pela legislação trabalhista, não se submetem. Ou seja, a economia europeia atual precisa desta mão-de-obra”, afirma.


RFI

ONU: Migrantes são essenciais para desenvolvimento social e econômico inclusivo e sustentável

No Dia Internacional dos Migrantes, secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, alerta que grande parte da população de migrantes – cerca de 232 milhões de pessoas – permanece invisível e desconhecida para a sociedade.

Os migrantes são essenciais para o desenvolvimento social e econômico equitativo, inclusivo e sustentável, por isso, as Nações Unidas convidam as pessoas e governos em todo o mundo a abraçarem a migração e acabarem com a xenofobia em comemoração ao Dia Internacional dos Migrantes, nesta quarta-feira (18).“Vamos fazer com que a migração beneficie tanto os migrantes quanto os países. Nós devemos isso aos milhões de imigrantes que, através da sua coragem, vitalidade e sonhos, ajudam a tornar nossas sociedades mais prósperas, resilientes e diversas”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em sua mensagem para o Dia.
Ban ressaltou que a migração “é uma realidade” no século 21 e que atualmente existem cerca de 232 milhões de migrantes internacionais trazendo benefícios consistentes para os países de destino e de origem através de seu trabalho.
“No entanto”, disse Ban, “esta importante população continua, em grande parte, invisível e desconhecida para a sociedade”. Muitos vivem e trabalham nas piores condições possíveis e não têm acesso a serviços básicos e direitos fundamentais, tornando-os mais vulneráveis à extorsão, violência, discriminação e marginalização.
A ONU está agindo para proteger os direitos dos migrantes, reduzir os custos sociais e econômicos da migração e promover políticas que maximizem os benefícios da mobilidade. “Os migrantes não devem ser forçados a arriscar suas vidas e dignidade”, afirmou Ban.
O presidente da Assembleia Geral da ONU, John Ashe, reiterou que os Estados-membros têm o compromisso de fazer um trabalho melhor de proteger os direitos legais e humanos dos migrantes no mundo todo.
Os custos humanos da migração são “intoleravelmente altos”. As recentes tragédias no Mediterrâneo destacam a extrema fragilidade dos migrantes, muitos dos quais fogem da pobreza, perseguição e conflito.
Ashe disse que o Diálogo de Alto Nível de 2013 da Assembleia Geral demonstrou que a comunidade internacionalpode estar de acordo em relação a migração. “Agora é a hora de transformar a nossa visão em ação. É a hora de cumprir nossa promessa e fazer a diferença na vida de milhões de migrantes em todo o planeta.”
O objetivo é capacitar migrantes para lutarem pelos seus próprios direitos. Eles devem ter acesso aos instrumentos normativos, institucionais e processuais que os protejam contra a precariedade contratual ou situacional, bem como o acesso efetivo à justiça e remédios apropriados.

 Onu

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Conselho de Imigração prorroga prazo de concessão de visto a haitianos

O documento garante o direito ao trabalho com carteira assinada e regularizada e o acesso à saúde e à educação por um período de cinco anos
Resolução normativa do Ministério do Trabalho e Emprego de 2012 prevê que poderá ser concedido o visto permanente ao imigrante haitiano.Foto: Agência Brasil.

O Conselho Nacional de Imigração prorrogou o prazo para a concessão de visto humanitário aos haitianos. De acordo com a publicação de hoje (15), do Diário Oficial da União, cidadãos da ilha caribenha que desejarem continuar no Brasil legalmente podem solicitar a permanência até o dia 30 de outubro de 2015.
Resolução normativa do Ministério do Trabalho e Emprego de 2012 prevê que poderá ser concedido o visto permanente ao imigrante haitiano, condicionado ao prazo de cinco anos, e que constará na carteira de identidade do estrangeiro.
O documento garante ao imigrante o direito ao trabalho com carteira assinada e regularizada e o acesso à saúde e à educação por um período de cinco anos, que poderá ser renovado por igual período mediante a comprovação de atividade laboral no país.
O debate e a atenção em relação às políticas públicas para a população do Haiti têm crescido desde 2010, quando um terremoto de 7 graus na escala Richter atingiu o país e colocou a maior parte de sua população em situação de miséria. Milhares deles migraram ilegalmente para o Brasil, a maior parte pelas fronteiras acrianas com o Peru e a Bolívia.
Apenas no período de 2011 e 2012, 5.580 autorizações de permanência foram concedidas pelo conselho aos estrangeiros haitianos, como aponta o relatório Estudos sobre a Migração Haitiana ao Brasil e Diálogo Bilateral, lançado em fevereiro deste ano.
Desses, quase a totalidade dos pedidos de regularização de situação foi feita já de dentro do Brasil, sendo a principal porta de entrada a Região Norte.


Portal D24

Adiada votação de projeto de Lei de Migração

Mais um ano esperando a lei, os migrantes precisamos criar um grupo suprapartidário de articulação política

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) adiou para o próximo ano o exame do projeto que institui a Lei de Migração. O PLS 288/2013, do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), regula a entrada e a permanência de estrangeiros no território nacional e define normas de proteção para o emigrante brasileiro.
O texto define o imigrante como todo estrangeiro que “transite, trabalhe ou resida e se estabeleça transitória, temporária ou definitivamente no país.” Além disso, traz como princípios da política migratória o repúdio à xenofobia, a não criminalização da imigração, a acolhida humanitária e a garantia à reunião familiar.
Nesta terça-feira (16), o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) apresentou relatório favorável ao projeto. A comissão aprovou um pedido de vista coletiva para os membros da comissão terem mais tempo para analisar a proposta.
Agencia Senado

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Casa de hóspedes para estrangeiros

A Prefeitura do campus USP de Ribeirão Preto (PUSP-RP) inaugurou, na manhã do dia 15 de dezembro, um novo serviço que contribui para o projeto de internacionalização da USP, a Casa de Hóspedes Estrangeiros. 
Entregando oficialmente o serviço à comunidade, o prefeito do campus, professor Osvaldo Bezzon, lembrou que a ideia para acolher os estrangeiros era cogitada há muito tempo, desde a gestão da professora Emília Campos de Carvalho. Começou a implementação na gestão do professor José Moacir Marin e, agora, é inaugurado por Bezzon.
E esta Casa ficará vinculada ao Centro de Apoio ao Professor e Estudante Estrangeiro (CAPEE) para complementar o serviço de acolhimento já oferecido aos estrangeiros pelo campus de Ribeirão Preto. Para o professor Antonio Carlos Hernandes, Pró-Reitor de Graduação da USP e representante do Reitor no evento, a característica acolhedora do campus de Ribeirão Preto é marcante e destacou a importância de infraestruturas como a Casa de Hóspedes Estrangeiros para os projetos da USP.
Porém, garante o professor Hernandes, a Universidade como um todo tem ainda muito a caminhar nessa direção. E o campus de Ribeirão vem se destacando para minimizar os principais óbices à permanência do estrangeiro no país, como as dificuldades das burocracias do país. Serviço este que classifica como bem conduzido pelo CAPEE em Ribeirão Preto.
Ele lembra que “precisamos aumentar cada vez mais essa cultura de internacionalização” e de recebimento do estrangeiro. “Os recursos nem sempre colaboram”, a nossa posição geográfica também não, mas “essas parcerias precisam ser consolidadas para melhorar cada vez mais o processo de formação de nossos estudantes”.
Hernandes enfatiza também que tornar a vida dos estrangeiros mais fácil por aqui, melhorando a convivência no país e acolhendo-o em suas necessidades, principalmente quanto às burocráticas, sempre ajuda.
A Casa dos Estrangeiros no campus
Gradativamente o CAPEE vem recebendo, ano a ano, um percentual de 15% a mais de estrangeiros. Segundo a responsável pela seção, Fernanda dos Reis Almeida, hoje, cerca de 150 estrangeiros estão em atendimento pelo CAPEE.
Além do tratamento individualizado que a seção coloca à disposição dos estrangeiros, as acomodações da Casa oferecerão, a partir do dia 21 de janeiro, os mesmos serviços das outras duas casas de hóspedes que o campus possui: café da manhã e roupa de cama, mesa e banho.
São sete quartos e doze leitos, sendo uma suíte tripla, uma suíte individual, três quartos duplos e dois quartos individuais. É destinada prioritariamente a hóspedes estrangeiros. No entanto, havendo vagas, as instalações poderão ser utilizadas para atendimento da lista de espera das demais casas.
A nova Casa de Hóspedes Estrangeiros fica na Rua Pedreira de Freitas, nº7, campus da USP de Ribeirão Preto, Avenida Bandeirantes, 3900.
USP Ribeirão Preto